O que Jay Abraham e Napoleon Hill podem te ensinar sobre a riqueza

O que Jay Abraham e Napoleon Hill podem te ensinar sobre a riqueza

O que Jay Abraham e Napoleon Hill me ensinaram sobre ‘atração de riqueza
Este artigo é um pouco diferente de alguns dos anteriores que escrevi sobre princípios de sucesso. Vamos voltar para quando eu estava começando como empreendedor.

Eu sou Antonio Geraldes e estou aqui para responder estas e outras dúvidas do universo corporativo, vem comigo e fique por dentro de tudo o que um empresário moderno tem que saber.

Na verdade, eu nem era empresário ainda. Eu estava tentando me tornar um. Eu estava ouvindo as fitas do seminário Napoleon Hills Your Right to Be Rich repetidamente. Eu ouvia dia e noite.
Assim que abri os olhos pela manhã? Monte Napoleão. Durante o dia? Monte Napoleão.

Enquanto eu dormia? Monte Napoleão! Não me importava que eu tivesse ouvido 51.000 vezes seguidas. E este também não era um CD de 1 hora. Foi 14 horas de apenas Napoleon Hill!

Imagine o que é isso: querer tanto ter sucesso que estaria disposto a ouvir a mesma conversa diariamente até fazer a diferença. Incrível.

Eu saturei completamente minha consciência com a mensagem do Dr. Hills.
Depois de algumas semanas, cheguei a um estado em que não precisava mais de uma injeção motivacional no braço. Eu agora tinha dentro de mim um desejo irresistível de agir. Só que houve um problema:

  • Eu tinha um bloqueio na minha vida.
    Meu obstáculo era que eu tinha essa riqueza de informações ao meu redor; toneladas de livros de desenvolvimento pessoal, cds e conjuntos de fitas, mas eu não sabia exatamente o que deveria estar fazendo.
  • Eu estava motivado a agir, mas não tinha ideia de que ação tomar. Eu não sabia como converter ideias em dinheiro.

Eu estava travado.

Lembro-me de estar sentado à minha mesa, olhando todos esses títulos de Anthony Robbins, Brian Tracy, Mark Victor Hansen, Harv Eker, Robert Allen e tantos outros. Essa riqueza de conhecimento e sabedoria me cercava e eu não fazia ideia do que fazer com tudo isso.

Tudo o que eu podia fazer era perguntar em voz alta O QUE EU FAÇO? O QUE EU FAÇO COM ISSO? Deixe-me dizer-lhe: quando você faz as perguntas certas, você obtém as respostas certas.
A próxima coisa que fiz foi pegar uma fita gravada por Jay Abraham chamada (Your Secret Wealth) Sua riqueza secreta, e começar a ouvi-la.

Nas fitas, Jay falou sobre ver oportunidades ao seu redor. A oportunidade está em toda parte e há MUITAS maneiras diferentes de ganhar dinheiro. Você apenas tem que ser capaz de reconhecê-los.
Então comecei a tentar ver oportunidades. Procurei em todos os lugares que fui.

Qual era o valor das coisas ao meu redor? E eu estava percebendo um valor maior ou menor neles do que outras pessoas? Treinar minha mente para perceber oportunidades abriu minha consciência e então fui capaz de ver oportunidades onde nunca as teria visto antes.

Na verdade, eu me tornei um dos melhores consultor da minha região (veja alguns depoimentos) não parei por ai eu lancei um programa PARA AJUDAR DONOS E SÓCIOS de pequenas empresas a conseguirem resultado mais rápido 

ESPECIALIZAÇÃO em AUTO GESTÃO

O AG EXPERT (AUTO GESTÃO EXPERT) é um programa completo que orienta de forma muito objetiva e clara os passos essenciais para o empresário conseguir conduzir o negócio dele de forma mais assertiva, com mais clareza, tranquilidade e sempre envolvendo sua equipe na busca de melhoria dos resultados da empresa, sejam eles no aumento das vendas, lucro ou performance de entrega.

A proposta é que o Dono tenha ferramentas para conseguir montar um time capacitado e conduzir de forma motivadora, medindo o desempenho dela, para que atinja os objetivos do negócio.

 

Não parei AG EXPERT eu vi que tinha a obrigação de contribuir com os empresários, empreendedores, lideres, porque nestes anos de consultoria pode constatar a força e a criatividade dos empresários brasileiros, e que não é o governo que muda o pais são este espirito de empreendedor que vence as dificuldades com criatividade.

PARA ESTRUTURAÇÃO DO COMERCIAL E ACELERADOR DE VENDAS LANCEI O PROGRAMA C.I.A

Você pode aumentar as vendas, de repente dobrar ou até triplicar, fazer parte de um grupo seleto de pessoas que tem vendas crescentes!!

Usando nossas técnicas extraordinárias, simples e práticas, capazes de impactar seus potenciais clientes. O

 método que vou te ensinar mudará a realidade do seu comercial. 

Dito isto, o que vou compartilhar com você agora é uma técnica simples que você pode implementar imediatamente para ganhar dinheiro extra para si mesmo.

No entanto, essa técnica é tão simples e fácil de colocar em prática que há uma boa chance de você tomá-la com muita leveza. Isso você vai dizer, isso não é grande coisa. Eu já sei disso. Isso seria realmente um erro de sua parte, porque você também não colherá os frutos.

Ok, você está pronto para um exercício que é garantido para trazer mais dinheiro em sua vida de forma rápida e fácil?

Aqui está o que você faz:

Como a maioria do meu público é empresario e empreendedores, a minha dica crie um infoproduto e aumente seu ticket médio

O que São os infoprodutos?

São materiais produzidos e entregues em formato digital e normalmente comercializados pela internet

Vou sitar 3 categorias

1º Entretenimento Jogos, filmes, músicas…

2º Ferramentas: Softwares em geral…

3º Educação E-books, cursos, mentorias

O mais importante, fique atento a oportunidades. Porque a resposta virá até você. E o dinheiro também!
Tenha um ótimo dia e vamos fazer deste o seu ano!

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Amígdala a sentinela emocional

Amígdala a sentinela emocional

Voce já ouviu falar em amígdala?

Voce já ouviu falar em amígdala? Não? Então ao longo desse artigo vamos descorrer o que é amígdala, a sentinela emocional.

Conta um amigo que quando estava em férias na Inglaterra, fez um dejejum reforçado num café à beira de um canal. Dando depois um passeio pelos degraus de pedra que desciam para o canal, viu de repente uma moça fitando a água, seu rosto expressava medo. Antes de saber bem o motivo, ele pulou no canal – de paletó e gravata. Só então, compreendeu que a moça fitava em choque uma criancinha que caíra na água – e que conseguiu salvar.

O que o fez pular na água antes de saber por quê? A resposta, muito provavelmente, é: foi sua amígdala. Numa das descobertas mais impressionantes sobre emoções da última década foi o trabalho de LeDoux que revelou que a arquitetura do cérebro dá à amígdala uma posição privilegiada como sentinela emocional, capaz de sequestrar o cérebro.

Sua pesquisa mostrou que sinais sensoriais do olho ou ouvido viajam no cérebro primeiro para o tálamo, e depois – por uma única sinapse – para a amígdala; um segundo sinal do tálamo é encaminhado para o neocórtex – o cérebro pensante. Essa ramificação permite que a amígdala comece a responder antes do neocórtex, que rumina
a informação em vários níveis dos circuitos cerebrais, antes de percebê-la plenamente e iniciar por fim sua resposta mais cuidadosamente talhada.

A pesquisa de LeDoux é revolucionária para a compreensão da vida emocional por ser a primeira a estabelecer caminhos neurais de sentimentos que contornam o neocórtex. Esses sentimentos que tomam a rota direta da amígdala estão entre os nossos mais primitivos e poderosos; esse circuito ajuda a explicar o poder da emoção
para liquidar com a racionalidade.

A opinião convencional na neurociência era que o olho, o ouvido e outros órgãos sensoriais transmitem sinais ao tálamo, e de lá para as áreas de processamento sensorial do neocórtex, onde eles são reunidos em objetos como nós os percebemos. Os sinais são classificados por significados, para que o cérebro reconheça o que é cada objeto e o que significa a sua presença. Do neocórtex, dizia a antiga teoria, os sinais são enviados para o cérebro límbico, e de lá a resposta apropriada se irradia pelo cérebro e o resto do corpo.

É assim que funciona grande ou a maior parte do tempo – mas LeDoux descobriu um pequeno feixe de neurônios que vai direto do tálamo à amígdala, além dos que seguem pelo caminho maior de neurônios até o córtex. Esse caminho menor e mais curto – como uma viela neural – permite à amígdala receber alguns insumos diretos dos sentidos e iniciar uma resposta antes que eles sejam plenamente registrados pelo neocórtex.

Essa descoberta põe abaixo inteiramente a idéia de que a amígdala tem de depender inteiramente de sinais do neocórtex para formular suas reações emocionais. A amígdala pode acionar uma resposta emocional por essa rota de emergência, no momento mesmo em que um circuito ressonante paralelo se inicia entre a amígdala e o neocórtex. A amígdala pode fazer-nos lançar à ação, enquanto o neocórtex – ligeiramente mais lento,
porém mais plenamente informado – traça seu plano de reação mais refinado.

LeDoux pôs por terra o conhecimento predominante sobre os caminhos percorridos pelas emoções, com sua pesquisa sobre medo em animais. Numa experiência crucial, destruiu o córtex auditivo de ratos, depois os expôs a um tom simultâneo a um choque elétrico. Os ratos logo aprenderam a temer o tom, ainda que o som do tom não fosse registrado em seu neocórtex.

Em vez disso, o som tomava a rota direta do ouvido ao tálamo e a amígdala, saltando todos os trajetos maiores. Em suma, os ratos aprenderam uma reação emocional, sem nenhum envolvimento cortical maior: a amígdala percebeu, lembrou e orquestrou seu medo de modo independente.

– Anatomicamente, o sistema emocional pode agir de modo independente do neocórtex disse-me LeDoux. Algumas reações e lembranças emocionais podem formar-se sem absolutamente nenhuma participação consciente e cognitiva.

A amígdala pode abrigar lembranças e repertórios de respostas que interpretamos sem compreender bem por que o fazemos, por que o atalho do tálamo à amígdala contorna completamente o neocórtex. Essa passagem parece permitir que a amígdala seja um repositório de impressões emocionais e lembranças que jamais conhecemos em plena consciência. LeDoux sugere que é o papel subterrâneo da amígdala na memória que explica, por exemplo, uma experiência surpreendente, em que pessoas adquiriram preferência por figuras geométricas de formas estranhas, mostradas em lampejos tão rápidos que elas nem tiveram qualquer conhecimento consciente de tê-las visto!

Outra pesquisa demonstrou que, nos primeiros milésimos de segundo de nossa percepção de alguma coisa, não apenas compreendemos inconscientemente o que é, mas decidimos se gostamos ou não dela, o “inconsciente cognitivo” apresenta à nossa consciência não apenas a identidade do que vemos mas uma opinião sobre o que vemos. Nossas emoções têm uma mente própria que pode ter opiniões bastante independentes de nossa mente racional.

O sinal visual vai primeiro da retina para o tálamo, onde é traduzido para a linguagem do cérebro, a maior parte da mensagem segue então para o córtex visual, onde é analisada e avaliada em busca do significado e da resposta adequada se a resposta é emocional, um sinal vai para a amígdala ativar os centros emocionais mas uma parte menor do sinal original vai direto do tálamo para a amígdala numa transmissão mais rápida, permitindo uma resposta mais pronta (embora menos precisa), desse modo a amígdala pode disparar uma resposta emocional antes que os centros corticais tenham entendido plenamente o que se passa.

A Especialista em Memória Emocional

Essas opiniões inconscientes são memórias emocionais, ficam guardadas na amígdala. A pesquisa de LeDoux e outros neurocientistas parece agora sugerir que o hipocampo, há muito considerado a estrutura-chave do sistema límbico, está mais envolvido com o registro e a atribuição de sentido aos padrões perceptivos do que com reações
emocionais. A principal contribuição do hipocampo está em fornecer uma precisa memória de contexto, vital para o significado emocional; é o hipocampo que reconhece o significado de, digamos, um urso no zoológico ou em nosso quintal.

Enquanto o hipocampo lembra os fatos puros, a amígdala retém o sabor emocional que os acompanha. Se tentamos ultrapassar um carro numa estrada de mão dupla e por pouco escapamos de uma batida de frente, o hipocampo retém os detalhes específicos do incidente, como em que faixa da estrada estávamos, quem estava conosco, como era o outro carro. Mas é a amígdala que daí em diante enviará uma onda de ansiedade que
nos percorre o corpo toda vez em que tentarmos ultrapassar um carro em circunstancias semelhantes. Como me explicou LeDoux:_O hipocampo é crucial no reconhecimento de um rosto como o de sua sobrinha. Mas é a amígdala que acrescenta que você na verdade não gosta dela.

O cérebro usa um método simples mas astuto para registrar memórias emocionais com força especial: os mesmíssimos sistemas de alarme neuroquímicos que preparam o corpo para reagir a emergências de risco de vida com a resposta de lutar-ou-fugir também gravam vividamente o momento na memória.Sob tensão (ou ansiedade, ou provavelmente até mesmo intensa excitação de alegria), um nervo que vai do cérebro às glândulas supra-renais acima dos rins provoca uma secreção dos hormônios epinefrina e norepinefrina, que invadem o corpo, preparando-o para uma emergência. Esses hormônios ativam receptores no nervo vago; embora este transmita mensagens do cérebro para regular o coração, também transmite sinais de volta para o cérebro, disparados pela epinefrina e norepinefrina.

A amígdala é o principal ponto no cérebro para onde vão esses sinais; eles ativam neurônios dentro dela que enviam sinais a outras regiões cerebrais, a fim de fortalecer a memória do que está acontecendo.
Esse estímulo da amígdala parece gravar na memória a maioria dos momentos de estímulo emocional de maior grau de intensidade – por isso é que é mais provável, por exemplo, lembrarmos de onde tivemos um primeiro encontro amoroso, ou o que fazíamos quando ouvimos a notícia de que o ônibus espacial Challenger explodira.

Quanto mais intenso o estímulo da amígdala, mais forte o registro; as experiências que mais nos apavoram ou emocionam na vida estão entre nossas lembranças indeléveis. Isto significa, na verdade, que o cérebro tem dois sistemas de memória, um para fatos comuns e outro para os emocionalmente te carregados. Um sistema especial de memórias faz excelente sentido na evolução, claro assegurando que os animais tenham lembranças particularmente vívidas do que os ameaçava ou agradava. Mas as memórias emocionais podem ser guias imperfeitas para o presente.

Alarmes Neurais Anacrônicos

Uma desvantagem desses alarmes neurais está em que a mensagem urgente enviada pela amígdala é às vezes, se não com muita frequência, anacrônica sobretudo no fluido mundo social em que nós humanos vivemos. Como repositório de memória emocional, a amígdala examina a experiência, comparando o que acontece agora com o que aconteceu no passado. Seu método de comparação é associativo: quando um elemento- chave de uma situação presente é semelhante ao passado, pode-se dizer que se “casam” – motivo pelo qual esse circuito é falho: age antes de haver uma plena confirmação.

Ordena-nos freneticamente que reajamos ao presente com meios registrados muito tempo atrás, com pensamentos, emoções e reações aprendidos em resposta a acontecimentos talvez apenas vagamente semelhantes, mas ainda assim o bastante para alarmar a amígdala.

Assim, uma ex-enfermeira do exército, traumatizada pelo incessante fluxo de ferimentos horríveis de que cuidou na guerra, é acometida de repente por uma mistura de pavor, repugnância e pânico uma repetição de sua reação no campo de batalha, provocada mais uma vez, anos depois, pelo mau cheiro quando abre a porta de um armário e
descobre que seu filho pequeno enfiou ali uma fralda suja. Basta que poucos elementos independentes da situação pareçam semelhantes a algum perigo do passado para que a amígdala dispare seu manifesto de emergência. O problema é que, junto com as lembranças emocionalmente carregadas que têm o poder de provocar essa reação de
crise, podem vir do mesmo modo formas obsoletas de respondê-la.

À imprecisão do cérebro emocional nesses momentos, acrescenta-se o fato de que muitas lembranças emocionais fortes datam dos primeiros anos de vida, na relação entre a criança e aqueles que cuidam dela. Isso se aplica sobretudo aos acontecimentos traumáticos, como surras ou abandono total. Durante esse primeiro período de vida,
outras estruturas cerebrais, em particular o hipocampo, que é crucial para as lembranças narrativas, e o neocórtex, sede do pensamento racional, ainda não se desenvolveram inteiramente. Na memória, a amígdala e o hipocampo trabalham juntos; cada um armazena e conserva independentemente sua informação. Enquanto o hipocampo retém a informação, a amígdala determina se ela tem valência emocional.

Mas a amígdala, que amadurece muito rápido no cérebro infantil, está muito mais próxima da forma completa no nascimento. LeDoux recorre ao papel da amígdala na infância para confirmar o que há muito tempo é uma doutrina básica do pensamento psicanalítico: que as interações dos primeiros anos de vida estabelecem um conjunto de lições elementares, baseadas na sintonia e perturbações nos contatos entre a criança e os que cuidam dela.

Essas lições emocionais são tão poderosas, e no entanto tão difíceis de entender do privilegiado ponto de vista da vida adulta, porque, acredita LeDoux, estão armazenadas na amígdala como planos brutos, sem palavras, para a vida emocional. Como essas primeiras lembranças emocionais se estabelecem numa época anterior àquela em que as crianças têm palavras para descrever sua experiência, quando essas lembranças são disparadas na vida posterior não há um conjunto combinante de pensamentos articulados sobre a resposta que se apodera de nós.

Um dos motivos pelos quais ficamos tão aturdidos com nossas explosões emocionais, portanto, é que elas muitas vezes
remontam a um tempo inicial em nossas vidas, quando tudo era desconcertante e ainda não tínhamos palavras para compreender os fatos. Podemos ter os sentimentos caóticos, mas não as palavras para as lembranças que os formaram.

 

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Marketing a facilidade do seu cliente entrar em contato com você

Marketing a facilidade do seu cliente entrar em contato com você

Marketing também está na facilidade do seu cliente entrar em contato com você

Como estão seus esforços de marketing, eles afundam, nadam ou sobem dependendo de quão fácil entrar em contato com você.

Há alguns anos criei uma lista de tarefas para o meu negócio (diferente da minha lista de tarefas para clientes). Quase todos os dias eu acrescentava algo à lista. Logo, eu tinha mais de cinco páginas de coisas para fazer – tarefas que considerava importante o suficiente para interromper o que estava fazendo para que pudesse adicioná-las à minha lista.

Em pouco tempo, toda vez que abria o documento, ficava deprimido. Eu estava sempre adicionando algo à lista, mas quase nunca riscando nada.

Por quê? Descobri que tinha várias desculpas bem usadas:
não tenho tempo suficiente. O projeto parece grande demais. Não vai doer adiar um pouco mais. Não sinto pressão para fazê-lo. Talvez não seja importante, afinal.

Quando olhei para as tarefas que concluí, presumi que corresponderiam às minhas maiores prioridades. Certo? Errado!

Surpreendi-me ao saber que prioridade não tinha quase nada a ver com isso. Em vez disso, o principal fator na minha decisão de concluir essas tarefas foi o “Grande C” — Conveniência.
Eu poderia terminá-los com rapidez e facilidade. Eu poderia completá-los de uma só vez. E me senti muito bem quando o trabalho foi feito: gratificação instantânea.

Então, o que eu fiz com minha lista de tarefas de 5 páginas? Eu deletei. Agora me sinto muito melhor.

Quando seus clientes em potencial precisam contratar um advogado, eles contratam você? Ou eles são hábeis em encontrar maneiras de “deixar para amanhã” – ou muito mais tarde?

Encorajo você a tornar todos os aspectos de sua prática jurídica convenientes para seus clientes em potencial e clientes – porque, se eles enfrentarem algum obstáculo, podem ter todos os motivos de que precisam para não fazer nada.

 

Marketing também é localização

12 maneiras inteligentes de entrar em contato com você mais conveniente:

  1. Esteja a vista: Certifique-se de que os clientes em potencial achem fácil aprender sobre você. Isso inclui ter um site educacional que responda às suas perguntas e explique em detalhes como você seu negócio pode ajudá-los. Além disso, sugiro que você tenha um uma introdução que contenha e informações sobre seus serviços, que você pode enviar por correio ou e-mail.
  2. Atendimento: Também certifique-se de que os clientes em potencial acharão fácil entrar em contato com você. Você aceita telefonemas de clientes em potencial, existe um canal de atendimento- ou insiste que eles venham ao seu negócio antes de solucionar a dificuldade do cliente? Você oferece um número gratuito – ou os clientes em potencial precisam pagar para ligar para você? Você responde a e-mails de prospects? Quanto mais conveniente for para os clientes em potencial, mais chamadas você receberá.
  3. Contato: certifique-se de que os clientes acham fácil entrar em contato com você. Você está disponível por telefone, e-mail ou celular em caso de emergência? Um cliente pode entrar em contato com você de forma rápida e fácil pelo telefone ou outro canal? Você retorna as ligações prontamente?
  4. Localização: Certifique-se de que os clientes em potencial achem fácil chegar a sua empresa ou escritório que não tenham dificuldade na localização. Seu local fica próximo a uma rua principal? Sua área de estacionamento fica perto de seu prédio ou escritório? O seu local está em uma localização conveniente no prédio? Se no segundo andar ou superior, o elevador está próximo?
  5. Viabilidade: Esteja certo de que os clientes em potencial acharão fácil entrar em contato com você. Se os clientes em potencial tiverem dificuldade em ir até você, ou você irá até ele? Se os dias da semana forem difíceis para eles, você os encontrará à noite ou no fim de semana?
  6. Facilidade: Não esqueça que os clientes em potencial precisam achar fácil entrar em contato com você. Eles podem contacta-lo sem ter que dirigir até seu negócio? Você pode enviar sua carta de compromisso ou contrato por fax ou e-mail? Se você tem um relacionamento estabelecido, eles podem contratá-lo simplesmente ligando para você? Ou enviando um e-mail para você?
  7. Pagar é importante: certifique-se de que os clientes em potencial acharão fácil pagar a você. Você aceitará cheques? Que tal cartões de crédito, debito ou pix?  Você oferece outras formas de pagamento? Você oferece um plano de pagamento? Você fornece envelopes de resposta comercial com postagem paga para tornar o envio do cheque mais conveniente?
  8. Flexibilidade: Seja claro, certifique-se de que os clientes em potencial e os clientes acharão fácil fornecer as informações de que você precisa. Você tem um formulário que eles possam preencher e enviar por fax ou e-mail? Para pacotes maiores, você fornece etiquetas UPS ou FedEx auto-endereçadas?
  9. Lembretes: Certifique-se de que os clientes em potencial e os clientes achem fácil lembrar de compromissos e outras datas importantes. Você envia a eles um calendário com as próximas datas, incluindo o que você precisa deles – ou espera deles – até essas datas? Você envia cartas ou e-mails lembrando-os de compromissos? (Uma maneira mais diplomática de lembrá-los é perguntar se essa data ainda é conveniente para eles.)
  10. Prestativo: Certifique-se de que os clientes saibam quando ligar para você para atualizar documentos, pedidos e outros projetos. Você pode fornecer a eles uma lista de critérios ou eventos que devem levá-los a entrar em contato com você.
  11. Indicação: Certifique-se de que os clientes achem fácil indicar seus amigos e colegas. Marketing boca a boca, você pode enviar a cada cliente seu folheto de referência, que contém uma lista completa de seus serviços e informações de contato. Considere fornecer aos clientes cartões postais de indicação que eles possam dar a amigos e colegas para solicitar uma reunião com você. Ofereça seminários instrucionais ou educacionais para que os clientes possam trazer amigos para conhecê-lo e ouvir sua mensagem pessoalmente.
  12. Inesquecível: Certifique-se de que os clientes acham fácil lembrar de você. Você pode fornecer itens que contenham suas informações de contato, como calendários e pesos de papel. Envie cartas de contato cordiais. Envie-lhes o seu boletim informativo. Não negligencie cartões comemorativos, presentes e doações dados em seu nome. Além disso, considere organizar eventos especiais, como caminhadas artísticas, exposições e degustações de vinhos.

Em resumo: a conveniência é um grande fator na forma como os seus clientes e clientes potenciais respondem aos seus esforços de marketing. Não permita que o menor obstáculo se interponha entre você e seus clientes em potencial. Em vez disso, enfatize a facilidade com que os clientes em potencial podem fazer negócios com você, econtra-lo e entrar em contato com você.

Dessa forma, você derrete o gelo que congela muitos clientes em potencial – e os ajuda a perceber que trabalhar com você é uma experiência fácil, positiva e gratificante.

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Dicas para maximizar antes de vender seu negócio

Dicas para maximizar antes de vender seu negócio

Pensando em vender seu negócio? Dicas para maximizar a venda do seu negócio

Está pensando em vender seu negocio? Então analise e reveja se está no momento certo ou se voce sabe quanto vale o seu negocio? Faça essas perguntas a voce mesmo e então tire suas conclusões com as dicas a seguir.

Pergunta: Como posso maximizar a quantidade de dinheiro que recebo quando vendo meu negócio?
Resposta: Siga essas três etapas críticas.

  1. Pré-planeje a venda do seu negócio.

    Esta não deve ser uma decisão impulsiva do momento. Em vez disso, deve ser bem planejado com antecedência. Embora não seja possível controlar o ambiente externo, como taxas de juros e vigor da economia, é possível planejar uma transição ordenada. Comece a pensar em algumas fontes óbvias para um comprador em potencial. Por exemplo, um funcionário deve ser preparado para uma possível sucessão? Um bom cliente pode estar interessado em adquirir seu negócio em caso de venda?

  2. Reconhecer a importância de encontrar o comprador certo.

    A maioria das empresas não tem um valor definido em pedra. Em vez disso, eles têm um intervalo de valor. Isso significa que diferentes compradores terão diferentes percepções do valor do mesmo negócio. Torna-se importante pré-planejar seu esforço de marketing confidencial para obter exposição a vários compradores, especialmente compradores sinérgicos. Os compradores sinérgicos são aqueles indivíduos que, devido à sua localização, base de clientes complementares, recursos financeiros ou posição no mercado, podem lucrar mais por serem proprietários do seu negócio e, portanto, estão dispostos a pagar mais.

  3. Considere obter ajuda profissional.

    A menos que você tenha experiência em impostos, questões legais e trabalho de fusão e aquisição, provavelmente cometerá uma série de erros dispendiosos ao tentar vender sua empresa. Esses erros podem custar-lhe substancialmente mais do que quaisquer taxas pagas por assistência profissional competente. Faça alguns trabalhos de casa sobre várias alternativas. Informe-se participando de seminários sobre questões tributárias, planejamento imobiliário e assim por diante. Peça ao seu CPA ou advogado para recomendar seminários de conhecimento geral que possam ajudar na sua curva de aprendizado.

Obrigações fiscais, antes de vender meu negócio

Pergunta: Como minimizo legitimamente minhas obrigações fiscais ao vender meu negócio?

Resposta: Planeje com bastante antecedência revisando sua estrutura corporativa continuamente. Isso permitirá que você maximize a quantidade de receitas que retém da eventual venda de sua empresa.

Como seria de esperar, as regras tributárias dificultam qualquer solução rápida que gere benefícios imediatos. Considere mudanças na estrutura agora que podem resultar em tratamento tributário mais favorável quando o negócio for vendido em cinco ou dez anos.

Comece se atualizando sobre os desenvolvimentos recentes no código tributário. Provavelmente, o código é muito diferente hoje do que quando você comprou ou iniciou seu negócio. Portanto, sente-se com seu consultor profissional e analise sua estrutura de negócios atual e sua adequação para a eventual venda de sua empresa ou antes de vender seu negócio.

Por exemplo, se você está estruturado como uma corporação, a diferença substancial para o seu dinheiro depois dos impostos na venda depende se você procede com uma venda de ativos ou uma venda de ações. A venda dos ativos da corporação pode resultar na tributação dos rendimentos no nível corporativo, bem como no nível individual, quando os rendimentos remanescentes são distribuídos aos acionistas.

No entanto, se os acionistas venderem suas ações, é provável que as disposições sobre ganhos de capital sejam aplicadas. A diferença que isso faz para os lucros retidos pode ser enorme.

Pensando nos impostos e como é a tributação corporativa de cada pais, é necessário que haja um estudo para as questões de estruturação de impostos. Quanto mais cedo você começar a planejar a venda de sua empresa, maior a probabilidade de minimizar as obrigações fiscais.

Será agora o momento certo para vender o seu negócio?

Pergunta: Qual é o melhor momento para vender o seu negócio?

Resposta: O melhor momento para vender sua empresa é determinado por meio de uma consideração cuidadosa dos fatores que podem e não podem ser controlados para maximizar a quantidade de dinheiro que você recebe. Esses fatores incluem:

Questões ambientais/externas – além do nosso controle

Juros baixos e um ambiente de baixa inflação com bastante liquidez e uma economia aquecida criam um cenário ideal para fusões e aquisições. No entanto, como todos sabemos, a economia funciona em ciclos. Se a venda do seu negócio estiver no horizonte imediato, talvez deva considerar a possibilidade de antecipar a decisão de venda para aproveitar essas condições robustas.

Questões internas-dentro do nosso controle

Um comprador em potencial pagará significativamente mais por um negócio que demonstra um histórico consistente de receitas e lucratividade crescentes. No entanto, muitas vezes uma empresa pode estagnar ou mesmo declinar porque os proprietários tiraram o pé do acelerador. Ficar esgotado e outros problemas de saúde são provavelmente o motivo mais citado para um pequeno empresário querer vender. Isso é compreensível, mas também muitas vezes controlável. Reconheça os sinais de alerta e tome as medidas corretivas possíveis.

Mais uma vez, optar por vender por um bom preço enquanto o negócio está em alta é muito melhor do que forçar uma venda por motivos de saúde ou outros problemas que impactaram as receitas e reduziram o valor do negócio.Acima de tudo, pense com a cabeça e não com o coração. A decisão de vender pode ser muito difícil por uma série de boas razões.

A maioria das pequenas empresas não tem conselhos administrativo que responsabilizem a administração. No entanto, às vezes é prudente buscar conselhos externos de confidentes ou profissionais respeitados. Esses indivíduos trazem uma nova perspectiva e percepção que o ajudarão a tomar boas decisões estratégicas para o futuro do seu negócio.

Sim, venda concretizada, agora quais são as responsabilidades

Pergunta: Quando uma empresa é vendida, quais são as responsabilidades do comprador e quais permanecem como obrigação do vendedor?

Resposta: Em geral, seja uma venda de ativos ou uma venda de ações, lembre-se de que os vendedores são obrigados a fornecer ativos livres de ônus ao comprador. Embora todas as transações sejam únicas, os compradores geralmente assumem a responsabilidade pelo seguinte: arrendamentos relacionados a imóveis, a menos que estejam realocando o negócio; contas a pagar (e se o fizerem, também receberão as contas a receber); compromissos de publicidade.

Os vendedores normalmente serão obrigados a pagar com os rendimentos da venda o seguinte: linhas de crédito; débitos parcelados e/ou aluguéis relativos a veículos, computadores, equipamentos; todas as obrigações com os funcionários até a data do fechamento; todos os assuntos relacionados a impostos; e todas as outras dívidas que tenham qualquer reclamação contra qualquer um dos ativos que estão sendo transferidos para o comprador.

Há outra questão relacionada ao passivo. O vendedor é obrigado a dar ao comprador fortes garantias e representações de que não há passivos não divulgados ou desconhecidos que possam criar reivindicações contra os ativos sendo vendidos. Com certeza, todos os compradores querem e têm direito à proteção de ter que pagar pela mesma mercadoria duas vezes.

Em resumo, é essencial que tanto o comprador quanto o vendedor se comprometam a ter tudo por escrito (ou seja, sem acordos verbais) e que ambos os lados sejam representados por assessoria jurídica competente antes de assinar na linha pontilhada.

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